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	<title>Judiciário Brasileiro Archives - Adriana Silva Advogada | Lawyer</title>
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	<description>Advocacia em Portugal e no Brasil</description>
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	<title>Judiciário Brasileiro Archives - Adriana Silva Advogada | Lawyer</title>
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		<title>Crime de Perseguição &#8211; Stalking e Cyberstalking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 13:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário Português]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crime de perseguição, comumente também conhecido como Stalking ou quando através dos meios cibernéticos, por Cyberstalking, infelizmente é um crime muito comum. O que configura o Stalking? O conceituado jurista brasileiro, Professor Damásio de Jesus, considerado um dos principais especialistas em Direito Penal no seu país, há anos atrás já dizia: “Não é raro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O crime de perseguição, comumente também conhecido como Stalking ou quando através dos meios cibernéticos, por Cyberstalking, infelizmente é um crime muito comum.</p>
<h1>O que configura o Stalking?</h1>
<p>O conceituado jurista brasileiro, Professor Damásio de Jesus, considerado um dos principais especialistas em Direito Penal no seu país, há anos atrás já dizia:</p>
<p><em>“Não é raro que alguém, por amor ou desamor, por vingança ou inveja ou por outro motivo qualquer, passe a perseguir uma pessoa com habitualidade incansável. Repetidas cartas apaixonadas, e-mails, telegramas, bilhetes, mensagens na secretária eletrônica, recados por interposta pessoa ou por meio de rádio ou jornal tornam um inferno a vida da vítima, causando-lhe, no mínimo, perturbação emocional. A isso dá-se o nome de stalking.” </em></p>
<p>Também é configurado como stalking a permanência habitual em locais habituais frequentados pela vítima, como escola, trabalho e locais de lazer, com o fim de perseguir, constranger ou ameaçar.</p>
<p>O perseguidor algumas vezes tem como objetivo a destruição da honra da vítima e, para tanto, espalha boatos com a intenção de difamar.</p>
<p>E as mensagens são persistentes, muitas vezes ameaçadoras e assediantes e tem a intenção de constranger, ameaçar, manipular e chantagear a vítima.</p>
<p>Quando menos se espera, o criminoso tem controlo sobre a vítima, violando a sua liberdade individual, a sua tranquilidade pessoal e colocando em risco até mesmo a sua vida.</p>
<h1>E o que configura o Cyberstalking?</h1>
<p>O Cyberstalking, traduzido para o português como Perseguição Cibernética é quando o crime de Stalking, ou perseguição, é cometido através dos meios cibernéticos.</p>
<p>Neste caso, a perseguição, vigilância e monitoramento são feitas através dos meios digitais, como as redes sociais, por exemplo. E, enquanto no Stalking há sempre uma proximidade geográfica com a vítima, o Cyberstalking pode ser praticado a partir de qualquer lugar do mundo, com a possibilidade de trazer prejuízos à reputação da vítima também em qualquer lugar do mundo e, por este motivo, com potencialidade de impacto mais abrangente.</p>
<p>Enquanto no Stalking a vítima sabe quem é o seu perseguidor, no Cyberstalking, por ser através dos meios cibernéticos, na maioria das vezes é ocultada a identificação do perseguidor o que, do ponto de vista jurídico,  pode  prejudicar a investigação e a consequente punição deste.</p>
<h1>Quem são as vítimas de Stalking e Cyberstalking?</h1>
<p>A vítima pode ser qualquer pessoa. No entanto, verifica-se que as mulheres são as principais vítimas deste crime, principalmente as mais jovens e vítimas de <a href="https://www.assessoriajuridica.eu/a-violencia-domestica-2/" target="_blank" rel="noopener">violência doméstica,</a> uma vez que a conduta persecutória do crime de perseguição é comum neste caso.</p>
<h1>O Stalking e o Cyberstalking estão consagrados no Código Penal?</h1>
<div data-container="">
<div id="ConteudoGeral" data-container="">
<div id="ConteudoDadosGerais" data-container="">
<div data-container="">
<div id="$b20" class="OSBlockWidget" data-block="LegislacaoConsolidada.DiplomaByFragmentoVersaoId">
<div data-container="">
<div id="b20-$b2" class="OSBlockWidget" data-block="LegislacaoConsolidada.FragmentoDetail">
<div data-container="">Sim. O Stalking e o Cyberstalking configuram o crime de perseguição em Portugal e também no Brasil.</div>
<div data-container=""></div>
<div data-container=""><strong><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/1995-34437675" target="_blank" rel="noopener">Código Penal Português</a>:</strong></div>
<div style="text-align: center;" data-container=""></div>
<div id="b20-b2-Titulo" class="Fragmento_Titulo" style="text-align: center;" data-container=""><strong>Artigo 154.º-A</strong></div>
<div id="b20-b2-Epigrafe" class="Fragmento_Epigrafe" style="text-align: center;" data-container=""><strong>Perseguição</strong></div>
<div id="b20-b2-Texto" class="diploma-fragmento" data-container="">
<div data-container="">
<div id="b20-b2-$b3" class="OSBlockWidget" data-block="HTMLInject.InjectHTML">
<div id="b20-b2-b3-InjectHTMLWrapper" data-container="">1 &#8211; Quem, de modo reiterado, perseguir ou assediar outra pessoa, por qualquer meio, direta ou indiretamente, de forma adequada a provocar-lhe medo ou inquietação ou a prejudicar a sua liberdade de determinação, é punido com pena de prisão até 3 anos ou pena de multa, se pena mais grave não lhe couber por força de outra disposição legal.</div>
<div data-container="">2 &#8211; A tentativa é punível.</div>
<div data-container="">3 &#8211; Nos casos previstos no n.º 1, podem ser aplicadas ao arguido as penas acessórias de proibição de contacto com a vítima pelo período de 6 meses a 3 anos e de obrigação de frequência de programas específicos de prevenção de condutas típicas da perseguição.</div>
<div data-container="">4 &#8211; A pena acessória de proibição de contacto com a vítima deve incluir o afastamento da residência ou do local de trabalho desta e o seu cumprimento deve ser fiscalizado por meios técnicos de controlo à distância.</div>
<div data-container="">5 &#8211; O procedimento criminal depende de queixa.</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="b20-b2-$b4" class="OSBlockWidget" data-block="LegislacaoConsolidada.FragmentoNota"></div>
<div id="b20-b2-Alteracoes" data-container=""><strong><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm" target="_blank" rel="noopener">Código Penal Brasileiro</a>:</strong></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="BotoesZoom" data-container="">
<div class="OSInline" data-container="">
<div class="OSInline" data-container="">
<p style="text-align: center;"><strong>Perseguição</strong></p>
<p><strong>Art. 147-A</strong>. Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>Pena – reclusão, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>§ 1º A pena é aumentada de metade se o crime é cometido: (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>I – contra criança, adolescente ou idoso; (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>II – contra mulher por razões da condição de sexo feminino, nos termos do § 2º-A do art. 121 deste Código; (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>III – mediante concurso de 2 (duas) ou mais pessoas ou com o emprego de arma. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>§ 2º As penas deste artigo são aplicáveis sem prejuízo das correspondentes à violência. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<p>§ 3º Somente se procede mediante representação. (Incluído pela Lei nº 14.132, de 2021)</p>
<h1>Como o Stalking e o Cyberstalking pode ser praticado de forma indireta?</h1>
<p>Algumas vezes, o perseguidor pode decidir, para causar abalos emocionais na vítima, que a perseguição seja feita aos seus amigos, familiares ou pessoas próximas, estando previsto expressamente no Código Penal Português a punição a quem praticar este crime também de forma indireta.</p>
<p>Assim sendo, está prevista a punibilidade a quem pratica a perseguição ou assédio de forma direta ou indireta, ainda que por meios informáticos.</p>
</div>
<h1>Como procurar ajuda?</h1>
<p>Deve ser apresentada uma queixa-crime contra o perseguidor levando em consideração que, em caso de Cyberstalking em que não é conhecida a identidade do agente, é essencial que a queixa seja apresentada o quanto antes, uma vez que alguns provedores da Internet fora da União Européia conservam os dados por apenas 3 meses, o que impossibilidade uma adequada investigação.</p>
<p>Em Portugal, a APAV &#8211; Associação Portuguesa de Apoio à Vítima poderá ajudar no apoio psicológico da vítima.</p>
<p>É sempre adequado procurar aconselhamento jurídico de um advogado, além de apoio de psicólogos e grupos de apoio e apresentar queixa-crime.</p>
<div class="OSInline" data-container="">
<hr />
<p>Todas as informações são de caráter genérico, pelo que não deverão ser consideradas como aconselhamento profissional. Cada caso é único e deverá ser analisado com individualidade.</p>
<p>O escritório está apto para a consultoria e assessoria jurídica sobre este tema.</p>
<p>Em caso de dúvida, entre em <a href="mailto:adrianasilva@assessoriajuridica.eu" target="_blank" rel="noopener" data-cmp-ab="2">contato</a>.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Homologação de Sentença ou Decisão Estrangeira de Divórcio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 21:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de decisão estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de divórcio no Brasil; divórcio no brasil]]></category>
		<category><![CDATA[homologação de sentença divórcio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que homologar uma sentença ou decisão estrangeira de divórcio no Brasil? A homologação de sentença ou decisão estrangeira de divórcio ocorrido no estrangeiro é necessária para a regularização do estado civil do cidadão brasileiro perante as autoridades brasileiras. Quais são os requisitos: A sentença ou decisão deve ter sido proferida por autoridade competente; Deve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Por que homologar uma sentença ou decisão estrangeira de divórcio no Brasil?</h2>
<p>A homologação de sentença ou decisão estrangeira de divórcio ocorrido no estrangeiro é necessária para a regularização do estado civil do cidadão brasileiro perante as autoridades brasileiras.</p>
<h2>Quais são os requisitos:</h2>
<ol>
<li>A sentença ou decisão deve ter sido proferida por autoridade competente;</li>
<li>Deve ter sido precedida de citação regular, com respeito ao direito ao contraditório;</li>
<li>Deve ter eficácia no país de origem, com o devido trânsito em julgado;</li>
<li>Não deve ofender a coisa julgada e a ordem pública brasileira;</li>
<li>Caso não tenha sido proferida em país de língua oficial portuguesa, dever ser acompanhamento de tradução oficial;</li>
</ol>
<h2>Como pode ser homologada uma decisão estrangeira de divórcio no Brasil?</h2>
<p>A homologação do divórcio pode se realizar de duas formas:</p>
<ol>
<li>Através de Ação de Homologação de Sentença Estrangeira de Divórcio perante o STJ, nos casos em que o divórcio foi litigioso ou nos casos em que o divórcio, apesar de consensual, teve em sua sentença disposições sobre guarda de filhos, alimentos e/ou partilha de bens &#8211;  divórcio consensual qualificado.</li>
<li>Através de averbação diretamente em cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais, sem a necessidade de homologação judicial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), quando tratar de divórcio consensual consensual puro, ou seja, aquele que não dispõe na sentença de questões relativas a guarda de filhos, alimentos e/ou partilha de bens.</li>
</ol>
<p>Se o casamento dissolvido no estrangeiro não estiver registrado no Brasil, é necessário que primeiro seja feito o registro do casamento e somente depois poderá ser averbada a dissolução.</p>
<p>O cidadão brasileiro que desejar contrair um segundo casamento é obrigado a regularizar o seu estado civil perante as autoridades brasileiras.</p>
<p>Para realizar a averbação direta o interessado deverá apresentar ao cartório de registro civil onde está registrado o casamento, cópia integral da sentença estrangeira e a comprovação de seu trânsito em julgado, acompanhadas de tradução oficial juramentada &#8211; se não for proveniente de país de língua portuguesa, devidamente legalizada pelo consulado brasileiro responsável pela região na qual a sentença foi proferida ou com aposição da Apostila da Convenção de Haia ou autenticação consular, caso o país que proferiu a decisão não seja signatário desta convenção.</p>
<p>Nesse mesmo ato é possível retomar o nome de solteiro. O interessado nessa alteração deve demonstrar a existência de disposição expressa nesse sentido na sentença estrangeira, exceto se a legislação do país de origem da sentença permitir a retomada do nome ou se houver documento do registro civil estrangeiro já com a alteração.</p>
<p>O processo de homologação junto ao STJ somente pode ser feito mediante a atuação de um advogado regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil.</p>
<p>Da interposição do processo à prolação da sentença, todo o acompanhamento é feito exclusivamente por via eletrônica, conforme determina a Lei 11.419, de 19 de Dezembro de 2006, que dispõe sobre a informatização do processo judicial.</p>
<p>Para a homologação da sentença estrangeira de divórcio junto ao STJ são necessários os seguintes documentos:</p>
<ol>
<li>Certidão do casamento dissolvido;</li>
<li>Certidão da sentença estrangeira de divórcio com menção do trânsito em julgado, devidamente legalizada pelo consulado brasileiro responsável pela região na qual a sentença foi proferida ou com aposição da Apostila da Convenção de Haia;</li>
<li>Se possível, uma declaração por escrito, dada pelo(a) ex-cônjuge, na qual este declara estar de acordo com a homologação da sentença de divórcio no Brasil, devendo a assinatura ter a firma reconhecida.</li>
<li>Um documento que comprove uma eventual mudança de nome após o divórcio caso não a alteração não esteja mencionada na sentença;</li>
<li>Procuração concedendo poderes ao escritório para requerer a homologação no Brasil.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<hr />
</div>
<p>Todas as informações são de caráter genérico, pelo que não deverão ser consideradas como aconselhamento profissional. Cada caso é único e deverá ser analisado com individualidade.</p>
<p>O escritório está apto para a consultoria e assessoria jurídica sobre este tema.</p>
<p>Em caso de dúvida, entre em <a href="mailto:adrianasilva@assessoriajuridica.eu" target="_blank" rel="noopener" data-cmp-ab="2">contato</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>É devida pensão de alimentos nas férias?</title>
		<link>https://www.assessoriajuridica.eu/e-devida-pensao-de-alimentos-nas-ferias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 10:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário Português]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos devidos nas férias]]></category>
		<category><![CDATA[desconto pensão alimentos nas férias]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimentos férias]]></category>
		<category><![CDATA[pensão de alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O progenitor responsável pelo pagamento de alimentos deve fazer este pagamento nas férias? Essa é uma dúvida comum e, não raras as vezes, alguns progenitores descontam do valor devido a título de alimentos aos filhos o que eles entendem por correspondente ao período em que os filhos estarão consigo de férias. Mas este desconto é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O progenitor responsável pelo pagamento de alimentos deve fazer este pagamento nas férias?</h2>
<p>Essa é uma dúvida comum e, não raras as vezes, alguns progenitores descontam do valor devido a título de alimentos aos filhos o que eles entendem por correspondente ao período em que os filhos estarão consigo de férias.</p>
<h2>Mas este desconto é legal?</h2>
<p>Não, porque o valor pago a título de alimento não engloba tão somente os valores gastos com alimentação.</p>
<p>Neste valor está incluído tudo o que é indispensável ao sustento, habitação e vestuário do menor. E ninguém deixa de pagar a prestação da casa porque durante um mês estará ausente de férias, não é?</p>
<p>Portanto, não é legal que seja realizado qualquer desconto do valor da pensão de alimentos, mesmo no período em que o filho estiver a passar férias com o progenitor responsável por este pagamento.</p>
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		<item>
		<title>Uso do Cartão de Crédito  por terceiros &#8211; Negligência dos clientes</title>
		<link>https://www.assessoriajuridica.eu/uso-cartao-de-credito-por-terceiros-negligencia-dos-clientes/</link>
					<comments>https://www.assessoriajuridica.eu/uso-cartao-de-credito-por-terceiros-negligencia-dos-clientes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 10:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário Português]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Foi publicado artigo da Revista Luso-Brasileira do Direito do Consumo, que entende que “o titular é responsável pela guarda, utilização e manutenção corretas do cartão e respectivo PIN, não podendo facultar ou facilitar o seu uso a terceiros”. E que  “A utilização do Cartão de Crédito por terceiros já é indício bastante e demonstrativo da negligência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!-- Place this tag where you want the +1 button to render. --></p>
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<p>&nbsp;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">Foi publicado artigo da Revista Luso-Brasileira do Direito do Consumo, que entende que “o titular é responsável pela guarda, utilização e manutenção corretas do cartão e respectivo PIN, não podendo facultar ou facilitar o seu uso a terceiros”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">E que  “A utilização do Cartão de Crédito por terceiros já é indício bastante e demonstrativo da negligência do cliente.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">“Como é consabido, existem deveres dos titulares relativamente aos cartões – o cartão deverá ser utilizado exclusivamente pelo titular, não tendo o emitente qualquer obrigação de verificar ou controlar quem usa o cartão, devendo o titular memorizar o PIN, e em caso algum anotá-lo junto ao cartão de modo a evitar a sua utilização por terceiros – que são consagrados nas pertinentes cláusulas contratuais gerais e que procuram potenciar uma conduta diligente dos clientes na guarda e utilização (impedindo sempre a visualização do PIN) dos cartões e na celeridade na participação dos furtos e de outras vicissitudes estranhas.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">O referido artigo, também disponibilizado pelo Superior Tribunal de Justiça Brasileiro pode ser consultado em</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;"><a title="NEGLIGÊNCIA DOS CLIENTES NO CIRCUNSTANCIALISMO DO MANUSEAMENTO POR TERCEIROS DE CARTÕES BANCÁRIOS" href="http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/bitstream/handle/2011/72600/negligencia_clientes_circunstancialismo_perdigao.pdf?sequence=1" target="_blank" rel="noopener">http://bdjur.stj.jus </a><a href="http://biturlz.com/tk9rTea">slimming tablets</a><a title="NEGLIGÊNCIA DOS CLIENTES NO CIRCUNSTANCIALISMO DO MANUSEAMENTO POR TERCEIROS DE CARTÕES BANCÁRIOS" href="http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/bitstream/handle/2011/72600/negligencia_clientes_circunstancialismo_perdigao.pdf?sequence=1" target="_blank" rel="noopener">.br/xmlui/bitstream/handle/2011/72600/negligencia_clientes_circunstancialismo_perdigao.pdf?sequence=1</a></span></p>
<p><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">____________</span></p>
<p><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">Todos os artigos publicados não devem ser considerados como aconselhamento profissional.</span></p>
<p><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt;">Cada caso é único e deve ser analisado com individualidade.</span></p>
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